Já revelei num post anterior minha paixão por Juliana Paes. Mas meu coração anda dividido. A Galisteu, confesso que teve que caminhar muito para me conquistar. Eu a via no princípio, só como mais uma oportunista, em busca de ascendência a qualquer preço.
Aos poucos eu fui vendo nela uma pessoa que se esforça para fazer o melhor e que tem valor, tem méritos e batalha para conquistar as oportunidades que recebe. Agora, neste lance da foto sem calcinha, um fato que vai perdendo o rótulo de inusitado, ela me fisgou de vez.
Ao contrário de outras celebridades que culpam o paparazzi como se ele fosse um estuprador que anda tirando as calcinhas das mulheres para fazer fotos, Galisteu parabenizou o fotógrafo pelo seu oportunismo. Disse que se fosse ele, faria o mesmo. E revelou que levou um pito justo da mãe, pelo descuido. Ponto.
Quem tem que cuidar da imagem da celebridade, do político, do país, de qualquer pessoa, é ela(e) própria(o) -e às vezes nem depende dela, mas acontece, como ocorreu com a foto da Juliana Paes que trabalhava e foi vítima de um deslize, de um “acidente de trabalho” (dançando, o vestido subiu e a ausência da calcinha foi registrada).
O que sai na mídia, rola nas novelas, agride nos telejornais, são as imagens ou o reflexo da sociedade, do seu comportamento. Aconteceu, virou manchete!. Se não for assim, se houve uma invasão de privacidade, se houve uma armação de alguém com o objetivo de ganhar ou unicamente para prejudicar a pessoa ou instituição prejudicada, então virou crime.
Mas as reações idiotas como a da Cicarelli, são a regra geral onde a cultura é pobre, de um lado, e a ganância e vontade de aparecer é grande, de outro lado. Há que se considerar os “flagrantes” plantados, os “barracos” encenados, só para ganhar espaço na mídia. Como também o marketing para fazer o público digerir “celebridades” mau embaladas, como a bonitinha Grazi Massafera ou Juliana Silveira (Floribela).
É neste mesmo tipo de exagero, à la Cicarelli, que vejo, por exemplo, a reação das autoridades brasileiras e um segmento da mídia, ao filme Turistas, rodado no Brasil e que estréia nos EUA.
O que se ouve e se teme nas ruas, o que se suspeita cá entre nós que não temos como provar que isto aconteça, como também ninguém pode nos provar que não aconteça, é muito sobre a violência, sequestro de pessoas, para retirada e venda de órgãos, comércio ilegal de tráfico de órgãos. Muitas das pessoas desaparecidas, incluindo crianças, poderiam ter sido vítimas deste suposto comércio ilegal de órgãos..
Faz já algum tempo que ouvi uma história de um empregado de um hipermercado de Belo Horizonte. Ele chegara a Caeté (onde mora) após o serviço, agitado com o clímax do fato que ele disse que acontecera. Uma criança de sete anos desapareceu enquanto os pais faziam compras. Pra encurtar a história, a criança apareceu próximo ao próprio hipermercado, dois dias depois, frágil com as marcas de uma evidente cirurgia. Pelo menos pode ter voltado sem um rim, mas voltou…
Talvez seja mentira para denegrir a imagem do país. O cara deve ser só um fabuloso contador de história, montando o esqueleto de um livro, quem sabe um filme…
Os paparazzi não prejudicaram de forma alguma a imagem de Juliana Paes ou de Adriana Galisteu, que são pessoas que têm um conceito e as circunstâncias não evidenciam mais que um descuido acidental que fez a alegria dos marmanjos.
Já o filme Turistas pode prejudicar (mais) a imagem do Brasil. O país é corrupto, mostra a relação incestuosa entre autoridades e a contravenção e não é sério o suficiente para se duvidar até que a história do filme tenha se baseado em fatos reais.
Aos poucos eu fui vendo nela uma pessoa que se esforça para fazer o melhor e que tem valor, tem méritos e batalha para conquistar as oportunidades que recebe. Agora, neste lance da foto sem calcinha, um fato que vai perdendo o rótulo de inusitado, ela me fisgou de vez.
Ao contrário de outras celebridades que culpam o paparazzi como se ele fosse um estuprador que anda tirando as calcinhas das mulheres para fazer fotos, Galisteu parabenizou o fotógrafo pelo seu oportunismo. Disse que se fosse ele, faria o mesmo. E revelou que levou um pito justo da mãe, pelo descuido. Ponto.
Quem tem que cuidar da imagem da celebridade, do político, do país, de qualquer pessoa, é ela(e) própria(o) -e às vezes nem depende dela, mas acontece, como ocorreu com a foto da Juliana Paes que trabalhava e foi vítima de um deslize, de um “acidente de trabalho” (dançando, o vestido subiu e a ausência da calcinha foi registrada).
O que sai na mídia, rola nas novelas, agride nos telejornais, são as imagens ou o reflexo da sociedade, do seu comportamento. Aconteceu, virou manchete!. Se não for assim, se houve uma invasão de privacidade, se houve uma armação de alguém com o objetivo de ganhar ou unicamente para prejudicar a pessoa ou instituição prejudicada, então virou crime.
Mas as reações idiotas como a da Cicarelli, são a regra geral onde a cultura é pobre, de um lado, e a ganância e vontade de aparecer é grande, de outro lado. Há que se considerar os “flagrantes” plantados, os “barracos” encenados, só para ganhar espaço na mídia. Como também o marketing para fazer o público digerir “celebridades” mau embaladas, como a bonitinha Grazi Massafera ou Juliana Silveira (Floribela).
É neste mesmo tipo de exagero, à la Cicarelli, que vejo, por exemplo, a reação das autoridades brasileiras e um segmento da mídia, ao filme Turistas, rodado no Brasil e que estréia nos EUA.
O que se ouve e se teme nas ruas, o que se suspeita cá entre nós que não temos como provar que isto aconteça, como também ninguém pode nos provar que não aconteça, é muito sobre a violência, sequestro de pessoas, para retirada e venda de órgãos, comércio ilegal de tráfico de órgãos. Muitas das pessoas desaparecidas, incluindo crianças, poderiam ter sido vítimas deste suposto comércio ilegal de órgãos..
Faz já algum tempo que ouvi uma história de um empregado de um hipermercado de Belo Horizonte. Ele chegara a Caeté (onde mora) após o serviço, agitado com o clímax do fato que ele disse que acontecera. Uma criança de sete anos desapareceu enquanto os pais faziam compras. Pra encurtar a história, a criança apareceu próximo ao próprio hipermercado, dois dias depois, frágil com as marcas de uma evidente cirurgia. Pelo menos pode ter voltado sem um rim, mas voltou…
Talvez seja mentira para denegrir a imagem do país. O cara deve ser só um fabuloso contador de história, montando o esqueleto de um livro, quem sabe um filme…
Os paparazzi não prejudicaram de forma alguma a imagem de Juliana Paes ou de Adriana Galisteu, que são pessoas que têm um conceito e as circunstâncias não evidenciam mais que um descuido acidental que fez a alegria dos marmanjos.
Já o filme Turistas pode prejudicar (mais) a imagem do Brasil. O país é corrupto, mostra a relação incestuosa entre autoridades e a contravenção e não é sério o suficiente para se duvidar até que a história do filme tenha se baseado em fatos reais.