O ENIGMA (Parte 19)

Nossa compreensão do mundo está limitada aos reflexos das nossas estruturas mentais (os cinco sentidos) e a nossa capacidade de entender e resumir aos mecanismos do cérebro. Vivemos presos à ilusão da matéria. O olho humano decodifica as imagens que estão entre 4000 e 7800 angstron. O ouvido reconhece as vibrações entre 20 e 20000 Hz. A fala humana varia entre 10 e 10000 Hz , sendo o tom da conversação normal é de 300 e 400 Hz. Tudo isso, é muito pouco para justificar o Fenômeno da Consciência.
A palavra Fenômeno tem origem no grego - phainomenon, que significa observável. Segundo Immanuel Kant, os fenômenos constituem o mundo como nós o observamos, o que é diferente do mundo como existe, independente de nossa consciência. Ele afirma que os seres humanos não conhecem a essência das coisas-em-sí, mas apenas sabem das coisas das quais possuam experiência ou vivência. A percepção de Kant acerca dos fenômenos, influenciou no desenvolvimento dos modelos psicodinâmicos da Psicologia moderna e nas teorias sobre a interação do cérebro com o mundo exterior.
Pode-se listar os fenômenos relevantes em quase todos os campo de pesquisa, por exemplo: Fenômeno biológico (relacionado a biologia);; Fenômeno elétrico (relacionado eletricidade); Fenômeno metereológico (relacionado ao clima); etc. Sendo que alguns eventos observados são de ocorrências naturais, outros requerem operações delicadas e manipulação de equipamentos.
Existe uma classe de fenômenos que vem sendo negligenciados pelo conhecimento assumido como válido. Estes são agrupados e conhecidos como: fenômenos anômalos, ligados parapsicologia, também conhecida como Pesquisa Psi, que é uma ciência que estuda certos fenômenos que outras ciências não têm elementos para fazê-lo, sendo reconhecida como pseudociência. Continua na próxima edição.
Prof. Denizard Rivail e Maristela Magna.
26-03-09 - 19:52:38 - Sem comentários ainda

O ENIGMA (Parte 18)

Buscando comprovar as possibilidades relacionadas à teoria do campo unificado, os cientistas se voltaram para experimentos com os aceleradores de partículas para detectar pista da existência das cordas, como por exemplo, as ressonâncias de sua vibração. Max Tegmark radicalizou a concepção platônica de que as idéias existem independentes de nossa capacidade de conhecê-las. Segundo ele nosso universo não passa de uma caixinha dentro de todas as possíveis teorias matemáticas, capaz de gerar estruturas conscientes, isso é: nós não passaríamos de fruto das idéias, como na tradição oriental, que diz que o mundo não passa de um sonho de Buda.
Não é nova a concepção de universos múltiplos e para explicar o comportamento bizarro das partículas quânticas, por exemplo, havia duas interpretações: 1) Bohr - postulava a existência da nuvem de probabilidades dos possíveis estados. 2) John Von Neumann - postulava que as possibilidades de trajetórias e velocidades das partículas existiam em múltiplos universos. A primeira teoria enfatizava nossa incapacidade e limitação para detectar fenômenos, pois as observações geram um colapso da nuvem de probabilidades em um único estado, e a segunda, afirmava que as medições e o conseqüente colapso só ocorrem de fato, dentro de nossa mente. Seria, portanto, nossa mente que faz as partículas do universo adotar um caminho e não outro, uma posição e não outra, na verdade, as partículas adotariam todas as possibilidades em múltiplos universos. Há uma questão ainda sem resposta: O quanto da nossa capacidade de entender e resumir tudo por meio do cérebro limita as possibilidades da nossa compreensão ou o quanto esta compreensão não passa de um reflexo, de todas as próprias estruturas mentais? E se as duas teorias são reflexos de uma mesma ilusão matemática? Não há ainda explicação comprovada cientificamente para o fenômeno da consciência, assim como também não há teoria capaz de explicar todo o universo. Continua na próxima edição.
Prof. Denizard Rivail e Maristela Magna
19-03-09 - 19:16:14 - Sem comentários ainda

O ENIGMA (Parte 17)

A física moderna além de integrar as três forças resultando em uma única, a força eletro fraca, mapeou as partículas elementares desenvolvendo um modelo-padrão no qual as partículas quânticas (fótons, elétrons, prótons, nêutrons) e todas outras estranhas como: múons, bósons e quejandos descobertas nos aceleradores de partículas, são derivados de três famílias de partículas ainda mais elementares, chamadas de léptons, quarks e bórson de Higgs. Este modelo e a teoria quântica de campos são compatíveis com a teoria da relatividade restrita de Einstein, aquela que postula que nada pode ultrapassar a velocidade da luz. Só faltava integrar: à força gravitacional, a teoria da relatividade geral e a curvatura de espaço e tempo.
Os pioneiros na teoria da supercorda, John Schwarz, Michel Green e Yoichiro Nambu, acreditam que o universo não é formado por pontos em um espaço-tempo de quatro dimensões. Para eles, vivemos num mundo de dez dimensões, em cujas minúsculas cordas, cujo comprimento é da ordem de um decilionésimo de centímetro (seria necessário o número 1 seguido de 33 zeros de cordas, para formar um centímetro), vibram nas dez dimensões para formar todas as partículas do modelo padrão e tudo o que nós conhecemos. Nada diferente do que Pitágoras imaginava há 2500 anos com sua música das esferas, ou A COMPROVAÇÃO CIENTIFICA DOS ENSINAMENTOS DA ÁRVORE DA VIDA, uma instrução antiga citada na Bíblia Cristã e preservada na mística judaica sob o nome de Kaballah. Com isso, foi conseguida a interação da força gravitacional à teoria quântica de campos. Isto significa que além das 4 dimensões do espaço-tempo relativístico, há outras seis, presentes no princípio do universo, que teriam sido compactadas a uma escala minúscula. A vibração das cordas nestas dimensões seria responsável pelas propriedades quânticas, como a dualidade onda - partícula. Desta forma estaria alcançada a sonhada teoria do campo unificado. Continua na próxima edição.
Prof. Denizard Rivail e Maristela Magna
13-03-09 - 10:21:47 - Sem comentários ainda

O ENIGMA (Parte 16)

Como dissemos na matéria anterior com o objetivo de explicar as partículas de luz, seu movimento e troca de energia, foi criada a mecânica quântica. Com ela surgiu o ?Princípio da incerteza?, por ser impossível saber a posição e a velocidade das partículas (elétrons, fótons, etc.) se observadas ao mesmo ?tempo?. [Leia Mais!]
06-03-09 - 09:06:23 - Sem comentários ainda

O ENIGMA (Parte 15)

Na matéria anterior dizíamos que com a descoberta do átomo e das partículas fundamentais, a teoria de Platão foi suplantada e mais de dois mil anos depois Isaac Newton, escreveu: ?Toda a diversidade das coisas criadas, cada uma em seu lugar e tempo, só poderia ter surgido das idéias e da vontade de um ser necessariamente existente?. [Leia Mais!]
06-03-09 - 09:04:40 - Sem comentários ainda

O ENIGMA (Parte 14)

O ser humano sempre buscou uma explicação lógica e racional para os fenômenos, especialmente os que envolvem a razão e o significado do seu futuro existencial. Pitágoras dizia que era a harmonia musical. Platão acreditava nos sólidos perfeitos. Newton e Einstein no espaço, no movimento e na energia. Atualmente, os físicos e matemáticos acreditam nas supercordas e buscam uma única teoria simples, que explique tudo o que existe. [Leia Mais!]
06-03-09 - 09:03:13 - Sem comentários ainda

O Enigma (Parte 13)

No artigo anterior percebemos que quando estabelecemos alguns conceitos e valores indiretamente admitimos outros. Assim, quando alguém admite a existência de uma natureza humana que nasce com o ser, antecedendo qualquer formação cultural, admite que a inteligência e a manifestação da consciência existem antes do nascimento, ou seja, da manifestação da vida na terra. [Leia Mais!]
06-03-09 - 08:59:36 - Sem comentários ainda

O Enigma (Parte 12)

Em continuação as últimas edições, o que você leitor pensa sobre o que faz você ser o que você é? O gene ou a cultura? Saiba que sua resposta determina o seu cotidiano assim como a interpretação dessa questão por um povo, conscientemente ou não, determina a diversidade dos seus padrões sociais, desde os modelos educacionais aos sistemas de governo. [Leia Mais!]
06-03-09 - 08:57:20 - Sem comentários ainda

O ENIGMA - (Parte 11)

Existem diversas teorias evolutivas que tentam explicar a natureza da espécie humana terrena. Em detrimento delas a sociologia mudou de nome para psicologia evolutiva e é um dos campos de pesquisa mais promissores da atualidade. Mas até onde a evolução poderia explicar os comportamentos sociais humanos? [Leia Mais!]
06-03-09 - 08:55:43 - Sem comentários ainda

O ENIGMA - (Parte 10)

Como mencionamos anteriormente, a unção é a correção da natureza humana terrena e implica em um novo nascimento. Entretanto a diversidade de comportamentos e valores que encontramos em diferentes sociedades nos mostra que não há uma única e imutável natureza humana. [Leia Mais!]
06-03-09 - 08:54:26 - Sem comentários ainda

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